quarta-feira, 6 de julho de 2011

[zerado] Pokemon Trading Card Game (Gameboy)


Ash Ketchum ficou mundialmente conhecido em razão do desenho Pokemon, que traz um mundo em que animais variados, chamados pokemons, possuem poderes especiais e podem ser treinados para as mais diferentes funções, em especial, as de combate. O jogo Pokemon Trading Card Game, ao contrário dos outros de diversas cores (red, blue, yellow, white, black, etc), não se passa na saga Pokemon. Aqui é um mundo comum e a história gira em torno do game de cartas pokemon, que de fato existe e é jogado até os dias de hoje.


Você é um garoto que adora pokemon e acaba de conhecer o tal jogo de cartas. Seu mentor, Dr. Manson, lhe ensina (você passa por um tutorial) e conta sobre os ginásios e cartas raras. Sua meta então é vencer os líderes dos 8 ginásios para ter uma chance de enfrentar os mestres, que lhe darão as cartas mais raras se você vencer. Como podemos ver, o jogo se parece um pouco com as aventuras de Ash, mas adaptado ao nosso mundo. O tutorial é muito bem explicado e pode ser repetido quantas vezes for necessário. À medida que vence outros jogadores, ganha pacotes de cartas que te possibilitam montar decks da forma que achar melhor. Embora no início você possa ter alguma dificuldade, com o tempo fica mais fácil vencer a maioria dos oponentes. Apesar da sistemática simples (praticamente só há duelos), o game é viciante. A busca por mais cartas animam a continuar jogando, mesmo depois de finalizado; montar e experimentar novos decks também é um divertimento à parte. Fora que há possibilidade de se jogar em multiplayer.


Portanto, não é à toa que Pokemon Trading Card Game é considerado um dos melhores títulos para Gameboy. Daí muita gente estar atrás da continuação, que tem os pokemons da segunda geração (até 251), mas só foi lançado no Japão e, até o momento, só existem traduções parciais. De qualquer forma, o primeiro já faz muito bem o seu papel.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Top 10 - Combat Racing


Tá aí um dos meus gêneros preferidos! Quando falo em Combat Racing, me refiro àqueles jogos de corrida em que você tem armas a sua disposição. Gosto deles por serem mais dinâmicos, já que você precisa de mira e pensar na estratégia em relação aos itens/armas que quiser pegar. Sem contar que a sensação de explodir um adversário é sensacional, hehe. Portanto, montei uma lista Top 10 desses jogos. Para colocá-los na ordem, levei alguns aspectos específicos em consideração, como multiplayer, single player, jogabilidade, originalidade e repertório. Vamos a ela.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

[zerado] Yu Yu Hakusho: Spirit Detective (Gameboy Advanced)


Após fazer a análise do bom game tático do Yu Yu Hakusho (LINK), resolvi conferir como é o outro título para Gameboy Advanced, que é do gênero RPG-Action, até para entender porque o jogo não é tão bem conceituado por aí. Terminei e aqui estou eu para dizer que, infelizmente, concordo em boa parte com as notas que os críticos dão ao jogo. Lembra um pouco Dragon Ball Z - The Legacy of Goku, cuja continuação vimos há um tempo atrás (LINK), contudo, decepciona em alguns aspectos.


Spirit Detective se passa no começo do anime Yu Yu Hakusho, que é quando o personagem principal, Yusuke Urameshi, é atropelado e morre ao salvar a vida de um garotinho, mas recebe o convite para ser detetive espiritual e retorna ao mundo dos vivos na função. Cada detalhe da série é vivido por você em mini-quests no jogo. Algumas muito bobas até, como, por exemplo, recuperar o dever de casa ou matar mosquitos na rua. Sendo assim, nem sempre você vai estar na pele de Yusuke, chegando até a controlar Keiko e Bulma em missões paralelas. É meio frustrante jogar meramente com o objetivo de se buscar coisas no mapa, até porque a cidade é grande, parece tudo igual e a sinalização deixa a desejar. Já nas partes de ação e pancadaria, as coisas melhoram, mas não tanto, em razão da jogabilidade, que te deixa na mão várias vezes ao travar uma sequencia de socos. Como consolo, você terá outros personagens da turma à disposição, então vai poder revezar entre eles, sendo que, obviamente, diferem em força, habilidades e resistência, mas todos ficam mais fortes subindo de level. O jogo continua até você vencer Toguro, o que libera o modo Torneio das Trevas (Secret Tournament), que, por sua vez, libera alguns mini-games da campanha.


Enfim, o jogo está bem próximo do enredo do desenho e este talvez tenha sido o problema, além da jogabilidade e dos gráficos fracos. Acaba sendo um game que não empolga e não te anima a continuar até o fim, mesmo sendo rápido e fácil. Para fãs de Yu Yu Hakusho, eu diria que é um jogo nota 5,0 e que vale uma olhada rápida para ver se você gosta, mas para os outros eu diria que há títulos que mereçam mais atenção.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

[zerado] Head-On Soccer (Mega Drive)


Já fui viciado em jogos de futebol. Depois que joguei os gêneros plataforma e FPS, acabei me desligando um pouco dos esportes, mas curti muito FIFA Soccer, Superstar Soccer e outros menos conhecidos. Head-On Soccer (ou Fever Pitch Soccer) é um desses. Os jogos tradicionais tratam os times de forma diferente na velocidade dos jogadores, no seu passe e no chute, conforme a posição da equipe no ranking oficial da FIFA. Com a evolução dos games, os jogadores passaram a ter suas próprias atribuições, tendo como base as suas características reais, ou seja, no ano em que Ronaldinho foi eleito o melhor do mundo, ele era o melhor jogador do FIFA Soccer.


Head-On Soccer chama atenção porque foi um primeiros jogos de futebol a fazer essa distinção entre os jogadores, e não só equipe por equipe. Há os jogadores comuns e há os que possuem habilidades especiais. Você começa escolhendo a seleção, em seguida, vai passar pelas copas de todos os continentes (não há Copa do Mundo), até chegar ao final e enfrentar a seleção do mundo. Conforme vai avançando pelas rodadas, lhe são oferecidos jogadores que possuem algum truque. Cada tipo possui um diferente, por exemplo, tem os mais rápidos e dribladores, tem os que marcam melhor, os que passam melhor, os que chutam melhor e os que agarram melhor. Curiosamente, há também os que empurram o adversário e os que enganam o juiz simulando uma falta, podendo até conseguir um penalti nessa brincadeira. Essa mistura torna o jogo muito divertido e engraçado. Outra questão importante é que a jogabilidade é muito boa, embora, no início, você deva ter dificuldade nos campos molhados ou de terra, onde a bola pode escapar dos seus pés.


Como podemos ver, Head-On Soccer é uma ótima opção. Não é difícil, você não vai sofrer para marcar um gol (é possível tanto de perto quanto à distância) e é dinâmico, já que a jogatina fica bem rápida em alguns confrontos. Marque você também um golaço conferindo este jogo xD

sexta-feira, 3 de junho de 2011

[zerado] Wacky Races (Nintendo)


Não, amigos. Não terminei um jogo de corrida. Wacky Races para Nintendo, apesar de se basear no antigo desenho "Corrida Maluca", é do gênero aventura em 2D, pode acreditar. Realmente os Wacky Races que existem para outros consoles são de corrida e foi justamente o fato deste aqui não ser que me chamou atenção. Deixe as ruins primeiras impressões de lado e dê uma chance você também, pois o game é muito bom.


Seu personagem é Muttley, aquele cachorro do Dick Vigarista que se caracteriza pelas risadas. O jogo divide o mapa em 3 parte. Em todas as fases há dois cenários e, ao final, um chefão a ser batido, que é sempre um dos corredores da Corrida Maluca. Na história, Dick pede ajuda em peças para o carro, para capturar o pombo (sim, o desenho "Pegue o Pombo" é misturado no enredo) ou para vencer a corrida, mas nada disso é retratado na sua jogatina, o que é meio sem sentido.

Deixando a história de lado, você encontra uma jogabilidade muito boa e fases divertidas. A simplicidade ajuda também, pois só há 3 itens no seu caminho: vida, esmeraldas (a cada 100 você ganha uma vida) e ossos. Este último merece atenção, pois é o que te ajuda com habilidades e recuperando sua vida. Você começa apenas com o pulo básico e o ataque de mordida. Adquirindo um osso, passa a ter acesso ao menu de baixo, que tem bombas, latidos, planação e o coração. O osso sempre vai  pular a seta para o item seguinte. Se você quiser pegar o item, basta apertar SELECT, então o menu será zerado e você terá que pegar mais ossos se quiser outra coisa. Morrendo, você perde as habilidades, mantendo apenas os corações (máximo de 6).


De resto, é um típico jogo de aventura, com inimigos diferentes, chefões e cenários legais, nada muito complicado de fechar. O único ponto negativo que aponto é o jogo ser rápido e um pouco fácil. Enquanto vemos alguns Wacky Races de corrida sendo criticados, esta versão para Nintendo é uma surpresa bastante interessante.

terça-feira, 31 de maio de 2011

Rapidinhas!

- Associação Brasileira Pró Gamer












Após a criação da Acigames (Associação Comercial, Industrial e Cultural dos Videogames), surgida após o primeiro Dia do Jogo Justo, alguns jogadores se reuniram para criar a Associação Brasileira Pró Gamer (ABPGamer). Enquanto a primeira tem como finalidade regulamentar e representar a indústria e comércio dos jogos eletrônicos e incentivar culturamente a área dos games no Brasil, a segunda objetiva dar mais força ao movimento trazendo jogadores como membros, como se fosse um sindicato. Agora é aguardar para ver se o projeto vai para frente. Conheça mais dele no blog:

- Team Fortress 2











A primeira fase da Liga Brasileira de Team Fortress 2 se encerra oficialmente hoje. Os quatro melhores de cada divisão se classificam para a próxima fase, que é eliminatória. Já garantiram vaga: oClã, Les Watones e Skull Cluster (ELITE); House Holders, Chilean Academy, oClan Mirim e Todo Trozo (CENTRAL); Onani Masters, Nuclear Assault, Berserkers e Impure Unit (ACESSO). Falta apenas definir o último classificado da primeira divisão, que será decidido na partida entre Just DiE e Team Jesus. Mais informações em:
http://fbtf.teamfortress.com.br/
http://www.teamfortress.com.br/



- Movimento "Preço Justo Já"









Felipe Neto ficou conhecido por abordar assuntos variados nos seus vídeos da série "Não Faz Sentido", estrelando até um programa no Multishow chamado "Será Que Faz Sentido". Aproveitando sua fama, o videologger iniciou uma campanha para diminuir os impostos dos jogos e aparelhos eletrônicos, que chegam a custar no Brasil o dobro do preço no exterior, em razão dos tributos. Quem estiver interessado em saber mais e participar pode acessar a página do manifesto, onde há o vídeo publicado por ele:



- Street Fighter e revista.










Os fãs do fight 1x1 podem comemorar. Este ano celebramos 20 anos da franquia Street Fighter! A série começou a fazer sucesso a partir do segundo (World Warrior) e teve diversas continuações com aprimoramentos e personagens novos, até, recentemente, o Street Fighter IV retomar o game para o topo. Na edição 10 da revista Game Senior, você pode conferir o histórico completo do melhor jogo de luta 1x1 (minha opinião):



- HaxBall








Cansado da complexidade dos jogos de futebol? Você gostava mais quando só tinha um botão para passar e outro para chutar? Confira então este jogo chamado HaxBall, que parece mais um futebol de botão online. Você pode jogar partidas emocionantes e engraçadas em 1x1, 2x2, 3x3 ou até mais. Tudo que precisa fazer é mover seu círculo com o direcional e chutar com o 'X' ou com a barra de espaço. O game é gratuito:
http://haxball.appspot.com/




- Vídeo Corrida

Um amigo me trouxe esse vídeo bem interessante. São vários personagens clássicos correndo juntos como se estivessem disputando uma corrida. Vale uma olhada para você que curte uma nostalgia e quer relembrar como os personagens eram antigamente:

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Review: Micro Machines V4 (PC)


Micro Machines é um clássico jogo de corrida em que você controla um carrinho miniatura contra outros três (no máximo) em cenários do dia a dia, como uma garagem, cozinha ou jardim. Muitas versões foram feitas, mas nenhuma delas se parece com a última. Agora vamos ver que o game, que já fazia sucesso desde o primeiro por conta da velocidade e do multiplayer, ficou mais moderno e ainda mais divertido.

terça-feira, 17 de maio de 2011

[zerado] Alex Kidd Shinobi World (Master System)


Shinobi fez sucesso. Foi lançado para vários sistemas, entre eles o Game Gear, Nintendo, Arcade e para o próprio Master System, além de uma versão mais atual e em 3D para Playstation 2. Alex Kidd in Shinobi World é exatamente o que o título diz, ou seja, é como se Alex Kidd estivesse no jogo Shinobi. Na história, o ex-mascote da SEGA tem sua namorada sequestrada por um ninja malvado. Em seguida, um espírito ninja aparece e lhe ajuda transferindo suas habilidades para partir em busca de justiça.


Eu não estou exagerando quando digo que o jogo se parece com Shinobi. As fases são bem semelhantes e alguns inimigos (até os chefões) se repetem. A diferença está nos gráficos, na jogabilidade e na dificuldade, já que este aqui é bem mais fácil e rápido. Os controles são muito simples e você tem uma espada como arma. No decorrer dos mapas, pode usar de suas habilidades especiais, como escalar paredes, rodar em um poste ou numa corda até se tornar uma bola de fogo ou virar um tornado. Além disso, há um item que aumenta o poder de sua espada e um outro que troca sua arma para arco e flecha, que é bem mais útil. Os gêneros aventura e plataforma se misturam, mas sem aquela preocupação de que você vai morrer se errar o pulo, você apenas vai usar um caminho mais difícil ou deixar de pegar certos itens.


Concluindo, eu costumo dizer que Alex Kidd in Shinobi World é uma espécie de versão infantil do Shinobi. Vai divertir você e provavelmente vai te fazer jogar mais de uma vez, pois é um típico game casual, tornando-o recomendável até para aqueles que não curtem muito jogos de ninja. Não tenho receio de dizer que estaria na minha lista de melhores do Master System, inclusive na frente do próprio Shinobi.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Frostbite (Atari 2600)


Frostbite é um dos jogos mais simples, legais e viciantes do Atari. Você controla um esquimó que luta para construir a sua casa (iglu) e se abrigar nela. Para isso, deve pular sobre as plataformas de gelo que se posicionam em quatro linhas no oceano. Subindo em uma, ela perde a cor e não pode mais ser utilizada para a construção. Percorrendo todas as linhas, todo o gelo fica branco novamente, possibilitando a continuação do iglu, sendo que, em seguida, você ainda precisa entrar nele para fechar a fase. Bichos aparecem tanto no oceano (aves, caranguejos, piranhas e peixes) quanto na terra (urso polar). O gelo e os inimigos vão se movendo cada vez mais rápido com o passar das fases, se tornando um desafio ao seu reflexo, já que um toque neles ou no mar e você já era.


É típico jogo de plataforma, nem armas existem aqui. Sua única ferramenta é poder inverter o sentido da linha de gelo na qual você se encontra, mas cuidado, isso pode te deixar em maus lençóis depois, então eu diria para você fazer isso em último caso. O que vai te ajudar mesmo é a pontuação, que é aumentada somando-se o tempo restante, cada parte do iglu, subir em gelo branco e peixes que você consegue pegar. Após 5000 pontos, você ganha uma vida. Lembrando também que não há final, os mapas vão passando até você não aguentar mais.


O jogo é altamente recomendado e imperdível, especialmente para os retrogamers, já que muitos o colocam como um dos melhores do Atari (eu me incluo nessa). Ficou tão famoso que fãs criaram dois remakes para o PC, mas que não estão à altura do original, pois os controles são diferentes e esqueceram do comando que altera o sentido do gelo. De qualquer, estão aí para você conferir:

Glacial Adventure - Frostbite Remake
Frostbite Remake 1

quarta-feira, 4 de maio de 2011

[zerado] Spy vs Spy (Master System)


Spy vs Spy foi criado para os quadrinhos em 1961, para satirizar a espionagem na época da Guerra Fria e foi publicado na revista MAD, daí a propaganda na capa. Trata-se de dois espiões rivais idênticos (um vestido de branco, e o outro vestido de preto) que vivem aprontando um com o outro para atingir seus objetivos. Lá fora fez muito sucesso, então veio a consequencia natural, que é a elaboração de jogos sobre o tema. Nesta edição para Master System, que talvez seja a mais famosa e conhecida, a história se manteve.


Você controla um dos espiões. Sua meta é achar todos os itens secretos e levá-los até a saída antes que acabe o tempo, que varia conforme o tamanho do mapa. Seu rival convive no mesmo cenário e concorre com você para completar a missão, podendo inclusive roubar os itens que você encontrou. Aqui há maneiras de atrapalhar o seu adversário. Quando vocês estão na mesma tela, podem trocar socos e chutes. Estando separados, é permitida a armação de armadilhas em objetos (televisão, quadros) e nas portas para atrasar o outro. Não há limite de vidas, ambos podem morrer quantas vezes forem preciso, mas existe um tempo de respawn e uma penalidade por cada morte, que corresponde a uma diminuição do limite de tempo.


O jogo é mais complicado do que parece. Nas fases mais adiantadas, o cenário é muito grande e o mapa não ajuda muito, pois não mostra onde estão as escadas e as portas. Sendo assim, você pode ficar um bom tempo percorrendo-o até achar os itens e a saída. As armadilhas ajudam, mas, se o computador estiver numa dificuldade alta, ele não vai cair nela ou vai desarmá-la com um dos instrumentos que há pelo caminho, sendo que cada um é próprio para um tipo de armadilha. Em razão disso, fica cansativo jogar Spy vs Spy depois de um tempo. A boa notícia está no suporte a multiplayer, aí as coisas podem ficar dinâmicas, mas, no geral, é um game que não vale o esforço de jogar até o fim.