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Debates, discussões e curiosidades relacionados ao mundo dos jogos, em especial os retrogames.
Pontos positivos
+ Há diversas opções para o jogador montar o seu lutador.
+ Bom número de personagens, todos diferentes entre si.
+ O desenrolar da história agrada.
+ Continua atrativo mesmo depois de terminado.
Pontos negativos
- O modo “Challenge” é um tanto inútil.
- A dificuldade para obter novos “chips” é grande.
Som 8
Gráfico 9
Jogabilidade 8,5
História: 10
Sonic é um título que se destacou pelas suas aventuras dinâmicas em alta velocidade, desde o seu lançamento para o Mega Drive em 1991. Contudo, depois que os jogos de luta, como Street Fighter e Mortal Kombat, começaram a fazer sucesso, Sonic embarcou e lançou um game da categoria sob o nome Sonic The Fighters (Sonic Championship). No entanto, não fez sucesso.
Sonic Battle, do Gameboy Advanced, veio com a difícil missão de “reciclar” a idéia anterior e inovar em um grande jogo. Acredite ou não, eles conseguiram! O game é totalmente diferente do seu antecessor. Aqui foi feita uma mistura de RPG com jogo de luta, sendo que você tem a oportunidade de personalizar o seu próprio lutador.
Prepare for Battle!
Um pouco da história
Pelo fato do game misturar certos elementos de RPG, houve uma preocupação em fazer uma história bem elaborada. Tudo gira em torno do robô achado por Sonic: Emerl. Logo Sonic e seus amigos descobrem que ele possui a habilidade de copiar os movimentos dos outros e que fica mais forte ao obter uma Esmeralda do Caos, assim, Sonic vai em busca delas para ajudar Emerl e, ao mesmo tempo, acabar com os planos do Dr. Robotnick. Por conta disso, o estranho robô acaba sendo objeto de desejo de outros personagens do jogo também, que o usam para interesses próprios. Desta forma, você vai jogando o modo Story com o personagem que estiver na posse do robô, pois o enredo é cheio de reviravoltas nesse sentido, contando também com cenas divertidas e alguns mistérios, como o dito “Jornal do Professor Gerald” (Prof. Gerald’s Journal). Ele esclarece alguns pontos deixados em branco pelo jogo, como a origem de Emerl e de Shadow, contudo, ele é liberado para leitura somente se o jogo for zerado duas vezes.
Como podemos ver, não há como não gostar da história. Ela é tão legal que uma parte do anime Sonic X é sobre ela.
O
Os sons, de modo geral, são muito bons. Tem som em tudo que você possa imaginar e de forma diversa, basta ir ao options e conferir que são quase 200 sons diferentes. Um ponto legal é que o jogo conta com vozes também. Elas ocorrem logo antes de começar a luta (como uma espécie de provocação do personagem) e durante a maioria dos diálogos. É verdade que não há muita variedade e nem sempre elas se encaixam bem nas conversas, mas era para ser desse jeito mesmo, segundo o que parece ter sido a opção dos produtores e a capacidade do console. As vozes não necessariamente reproduzem o que o personagem está falando (isso aparece por escrito), e sim a sua reação. Já a música poderia ser um pouco melhor. Isso não significa que seja ruim, só não está à altura dos outros títulos da série. Algumas músicas são boas, outras nem tanto. Ao menos as dos cenários de batalha poderiam ser melhores e mais empolgantes.
Conclusão
Po
Começa nesta terça-feira a Day of Defeat Brasil League, um campeonato brasileiro de DoD: Source. Em resumo, a liga é formada mais ou menos como no futebol. São duas divisões distintas e independentes: Elite (1ª) e Livre (2ª). Os dois últimos da Elite são rebaixados para a Livre, enquanto os dois primeiros da Livre são promovidos à Elite, na próxima edição.
O histórico das Ligas brasileiras de DoD:S (esta será a quarta) não é nada animador, sempre deu algum problema. Particularmente, não gosto dessa forma de disputa e de certas regras colocadas, mas vamos aguardar o seu desenvolvimento para analisarmos melhor. Boa sorte aos players e admins da DBL!
Saiba mais em: http://www.dodbrasileague.com.br/
Geral: 6
Som: 6
Gráfico: 6
Jogabilidade: 8.5
História: 4
Avatar: The Last Airbender é totalmente diferente do que eu esperava, ele é um misto de aventura com uma espécie de quebra-cabeça. Baseado no desenho de mesmo nome, você controla Aang, o Avatar. Logo em seguida, os irmãos Sokka e Katara completam o grupo. O que você faz, basicamente, é ir abrindo caminho pelas fases para achar itens ou um determinado lugar. Para isso, você contará com as habilidades dos três integrantes de seu grupo, por exemplo, Avatar pode alcançar lugares altos, Katara pode fazer uma ponte de gelo sobre a água, e Sokka pode explodir pedras. Desta forma, a sua preocupação é saber como usar as habilidades de cada um para chegar ao seu objetivo. Inclusive, em certas situações o grupo se dividirá e você controlará os personagens separadamente. O próprio jogo ajuda nesse ponto com controles fáceis de usar e um menu que diz tudo o que o jogador precisa saber. Além disso, existem momentos (poucos, é verdade) em que você enfrenta inimigos ao longo do caminho como em um jogo de aventura comum, e, ao final da fase, haverá um “chefão” a ser batido.