sexta-feira, 11 de julho de 2008

Sobre o update do Day of Defeat: Source

O jogo de guerra Day of Defeat: Source havia disponibilizado para os seus usuários uma versão beta do que viria a ser o grande update do jogo, trazendo algumas modificações para tentar atrair mais players para a comunidade. Pois bem, na semana passada, o beta se tornou o oficial e agora não há mais como escolher entre jogar um ou outro, o que causou descontentamento de alguns jogadores.

Muitas das mudanças já existiam em outros jogos, como Portal, Call of Duty 4 e Team Fortress 2. Entre elas estão as estatísticas do jogador em sua página do Steam, antes elas só podiam ser vistas nas homepages dos servidores. Ali você pode verificar quantos matou com uma determinada arma, quanto tempo de jogo tem com cada classe, entre outras coisas. Foram introduzidos também 51 achievements (ou proezas, no português), que você ganha conforme vai jogando, por exemplo: Take No Prisoners (matar 4 inimigos após vencer a rodada); Sometimes The BAR Gets You (matar 500 com a BAR); e Trophy Collector (matar 5 inimigos com uma arma inimiga).

A polêmica gira em torno da jogabilidade, algumas armas estão mais fáceis de usar, como a support e a garand (rifle americano). E agora não é mais possível esbarrar em um aliado, você meio que “atravessa” ele, mais ou menos como é no TF2. Os cenários ficaram um pouco mais bonitos e exigem mais do seu PC, especialmente quando a granada de fumaça é usada. Outra alteração foi a introdução da Freeze Cam (ao morrer, a câmera fecha um zoom em quem te matou) e do sistema de “domination” e “nemesis” (matando 3 vezes o mesmo jogador, você pega uma dominação; se ele te matar depois, ele ganha uma vingança.).

No entanto, como dito ao início, a atualização não agradou a todos os jogadores. Muitos dos mais experientes dizem que o jogo ficou menos realista e só favorece novatos, sem contar que a Freeze Cam mostra onde o inimigo está. Em uma enquete realizada no fórum DoD:S, antes mesmo do update, a versão nova perdia para a antiga por uma boa margem. Os admins do Terra já se manifestaram no sentido de não aceitar o update. Os seus servers não contam com a Freeze Cam e a intenção é deixar toda a configuração como era antes, através de um plugin que deverá ser lançado em breve.

Nesse meio tempo estava sendo disputado um campeonato online chamado DoD Cup. A competição precisou ser suspensa, mas tem previsão de volta para semana que vem, dia 17/07.

O update foi bom? Foi ruim? Alguns ameaçam deixar o jogo, outros acham que será bom para a comunidade. Não há unanimidade nessa questão, acredito que só o tempo dirá. Se você quiser conferir, pode comprar o game pelo Steam por 9,90 dólares.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Kicks Online – Futebol Online (gratuito)

Kicks Online é um MMO de futebol, o que no mínimo desperta uma curiosidade em relação a ele. Lançado pela GameTribe, o jogo tem como pano de fundo disputas de rua, uma espécie de “Fifa Street”, sendo que aqui, ao invés de controlar um time, você controla apenas um jogador em partidas que vão desde 1x1 até 5x5.

Inicialmente, você precisa criar o seu atleta. Por ser uma “pelada”, as opções de customização são bastante variadas. Além das diversas cores à disposição, você pode usar bermudas, calças, camisetas ou até mesmo não usar camisa (exceto o char feminino, hehe). Para os fãs da formalidade, há uniformes de clubes e seleções também. Em seguida, você escolhe que posição será sua especialidade: atacante, meio-campo ou zagueiro. Dependendo da escolha, o seu personagem nascerá bom em determinadas características e ruim em outras, mas no decorrer do jogo é possível melhorar alguns atributos. Ainda não é possível ser goleiro, este é controlado pelo computador, mas tudo indica que futuramente poderá.

O game possui também um tutorial para ensinar a jogabilidade. É altamente recomendável que você o faça, primeiro porque o jogo conta com nada menos que 7 teclas (sem contar as setas de movimento) e alguns comandos especiais, como dribles e jogadas de efeito; segundo porque você ganha pontos com a sua conclusão.

O resto é praticamente igual a um MMO comum. O jogador entra no servidor e escolhe uma sala. Para dar chance aos novatos, é possível regular o level máximo de quem entra na sala (exemplo: do level 1 ao 9). À medida que você participa das partidas, ganha experiência e “Points”. Estes são usados na loja, que é bem interessante por vender tudo relacionado ao mundo real do futebol. Você pode mudar o visual (“Emo Hair”, por exemplo, hehe), adquirir dribles, treinamentos e até comemorações de gol, como engraxar a chuteira, danças, ninar um bebê ou mandar a torcida calar a boca. O jogo ainda conta com diversos cenários e tipos diferentes de bola.

Lendo assim, o game parece perfeito para qualquer amante de futebol, mas ele possui um problema grave: o lag. A lentidão atrapalha MUITO e faz a diferença em uma partida. Aparentemente, a velocidade não depende só do host (dono da sala), e sim de todos os participantes do jogo, além, é claro, da sua rota de conexão. Ajuda quando há apenas brasileiros na sala (você vai ver muita sala escrito “SÓ BR!”), por isso uma saída é adicionar na sua lista os brasucas que você encontrar e então convidá-los para as partidas. Apesar de ter um número crescente de brasileiros no Kicks Online, eu sinto em dizer que foram poucas as vezes em que joguei sem travadas. Uma pena, porque o jogo é bastante promissor e divertido. Quem sabe o seu futuro concorrente, o eXtreme Soccer (produzido pela GOA e com previsão de lançamento para este ano), seja mais acessível para nós.

Homepage: http://www.gametribe.com/gt/kicks.do

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Kong Kong Online com os dias contados

Para quem não conhece, Kong Kong Online é um jogo de corrida diferente dos usuais. Aqui não se usa kart ou carros, o seu veículo é um pula-pula. Isso traz uma outra dinâmica, por exemplo, você precisa calcular os pulos de forma a cair certinho nos locais de turbo ou para desviar de obstáculos. É possível também atrapalhar o adversário e empurrá-lo enquanto ele tenta pular.

O jogo em si é muito simples, pois é tudo automático ou semi-automático. Só há as setas de movimento e os botões para usar itens (um para item da esquerda e outro para o da direita), embora há a opção também de se jogar sem eles. Em compensação, nem todos os cenários são fáceis. Em alguns é preciso passar por plataformas móveis e em outros você deve obrigatoriamente fazer uso de turbos ou “super-pulos” que ficam no chão no cenário. As pistas são divididas por temas (futebol, nave espacial, etc) e chamam atenção pela criatividade.

Assim como em outros MMO, à medida que você participa das corridas, ganha pontos de experiência e dinheiro (chamado aqui de “Toz”), que pode ser gastado em uma loja que vende diversos veículos e acessórios. Outro ponto é que o jogo é bastante leve e o lag é bem baixo.

O game diverte, pelo menos no início. Por controlar um pula-pula, não há muita noção de velocidade, o que pode tornar o jogo enjoativo com o tempo. Mas este não é o maior problema, e sim a falta de divulgação. Algumas vezes você vai logar e não vai encontrar absolutamente ninguém online. Por conta disso, o game está com os dias contados. O seu site oficial anunciou que dia 16 de junho Kong Kong será encerrado. Portanto, você tem apenas até domingo se quiser dar uma conferida.

Homepage: http://www.gametribe.com/gt/kongkong.do

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Guinness World Records Games 2008


O tão aguardado livro dos records para jogos finalmente chegou ao Brasil. Já é possível encontrá-lo nas principais livrarias do país, como a Siciliano e a Saraiva. O preço tem variado entre R$ 55,90 e R$ 69,90, dependendo do desconto dado pelo estabelecimento.
Confira também a homepage oficial do livro:
http://www.guinnessgames2008.com.br/

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Kart N' Crazy - Corrida Online (gratuito)

Kart N' Crazy foi feito pela empresa que fez o Gunbound e é bastante semelhante aos outros karts online existentes, como o Kart Rider e o game brasileiro Kartun. Coincidência ou não, o open beta do Kart N' Crazy veio justamente na época em que o open beta do Kart Rider foi encerrado.

Assim como este último, o Kart N' Crazy tem dois modos de jogo: Speed e Arcade. No primeiro não há itens, enquanto no segundo há. Os efeitos dos itens são semelhantes, embora a aparência seja outra e mais animada. Também é possível jogar tanto cada um por si quanto em equipe. O modo com itens lembra muito Mario Kart e outros títulos do gênero, por isso considero obrigatório para os fãs. A jogabilidade é simples e há um tutorial para ajudar os novatos.

Na minha opinião, Kart N' Crazy leva vantagem nas pistas, elas são mais elaboradas e mais complexas, algumas possuem até armadilhas móveis, o que colocam em prova a habilidade do corredor. Além disso, os itens são um pouco menos apelativos do que nos outros jogos. Tudo isso premia o cara bom no volante, porque ele não depende da sorte nos itens (se escolher este modo) para chegar em uma boa posição e, assim, ganhar dinheiro (nitro) e pontos de experiência.
Outro ponto positivo é o game permitir até 16 pilotos na corrida (nos outros é até 8) com quase nenhum lag e load mínimo.


Há mais ou menos 1 mês, Kart N' Crazy saiu da fase beta e foi ofi
cialmente lançado. Agora o game está mais estável e com opções funcionais que não estavam antes, além disso, foram adicionadas novas pistas (22 distribuídas por 8 cenários diferentes), novos personagens (6 ao todo) e novos utensílios na loja, como karts (15 ao todo) e acessórios especiais. O preço deles caiu também.

* LINK: http://www.goa.com/

* Vídeo de demonstração:


sábado, 24 de maio de 2008

Novo site de Team Fortress 2 entra no ar

Os administradores da FBTF (Federação Brasileira de Team Fortress) resolveram abrir um portal para o Team Fortress 2. O site conterá, entre outras coisas, notícias, demos dos jogadores, entrevistas e um fórum próprio, onde é possível tirar dúvidas e participar de discussões que envolvem o game. A idéia é trazer jogadores ocasionais ou que jogam apenas em server aberto para junto da comunidade; quem sabe futuramente eles se interessem em participar de clãs e campeonatos, o que enriqueceria ainda mais o jogo.
Se você gosta de Team Fortress, não deixe de dar uma passada na homepage:
http://www.teamfortress.com.br/

domingo, 2 de março de 2008

QUIZ – Você acha que é fera em jogos retro?

Lembram daquele quiz que fizeram no qual você tinha que adivinhar a música de um desenho animado antigo (LINK)? Um brasileiro fez a mesma coisa, só que com jogos antigos. São 50 músicas para você tentar adivinhar. Há jogos fáceis e jogos obscuros, dificilmente alguém conseguirá os 100%. Conseguir acertar mais da metade já pode ser considerado uma façanha e tanto.
Segue a homepage:
http://www.superguitarra.com.br/gamepops/

sábado, 3 de novembro de 2007

Livro: A Arte dos Videogames

O site Gameblog, que está divulgando o livro, fez um esclarecimento dizendo que ele não estará disponível em bancas. Só pode ser encomendado através da Editora Europa e, após o lançamento, em algumas livrarias (ainda não há a relação delas). Eu já encomendei o meu :D.


Edge apresenta "A Arte dos Videogames"

A Arte dos Videogames é um livro de 204 páginas que reúne, em material de luxo (capa dura, papel de qualidade, impressão impecável), ilustrações, artes conceituais, esboços e imagens renderizadas de mais de 45 jogos, incluindo God of War, Resident Evil 4, Unreal Tournament 3, Metal Gear Solid, Okami, Halo, Gears of War, Half-Life 2, World of Warcraft, Super Paper Mario, Tomb Raider, Shenmue, Silent Hill, Prince of Persia, Devil May Cry, BioShock, Burnout e Heavenly Sword. Além das belíssimas artes, o livro traz depoimentos dos artistas e designers por trás dessas obras, revelando os segredos da criação de jogos.

O livro é fruto de uma parceria entre a Editora Europa e a britânica Future Publishing. Publicado originalmente como The Art of Videogames, como edição especial da respeitada revista Edge, o livro foi adaptado para atender às demandas do público brasileiro, oferecendo informação e entretenimento para jogadores, ilustradores, animadores, designers de jogos ou, simplesmente, apreciadores de artes.

O lançamento está programado para o início de novembro, mas quem quiser reservar já a sua cópia, pode clicar aqui.

Saiba mais sobre o livro assistindo o vídeo abaixo:


sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Review: Sonic Battle

Mais uma análise. O grande mérito deste jogo foi manter o dinamismo característico da série, mesmo em se tratando de um jogo de luta. As batalhas agradam pela rapidez ao mesmo tempo em que envolvem uma certa estratégia, além disso, é muito legal vermos o nosso robô evoluindo a cada combate. O game é imperdível, principalmente para os fãs de Sonic.

Sonic
Battle
Console: Gameboy Advanced
Categoria: Luta



Pontos positivos
+ Há diversas opções para o jogador montar o seu lutador.
+ Bom número de personagens, todos diferentes entre si.
+ O desenrolar da história agrada.
+ Continua atrativo mesmo depois de terminado.

Pontos negativos
- O modo “Challenge” é um tanto inútil.
- A dificuldade para obter novos “chips” é grande.


Geral: 9
Som 8
Gráfico 9
Jogabilidade 8,5
História: 10


Sonic é um título que se destacou pelas suas aventuras dinâmicas em alta velocidade, desde o seu lançamento para o Mega Drive em 1991. Contudo, depois que os jogos de luta, como Street Fighter e Mortal Kombat, começaram a fazer sucesso, Sonic embarcou e lançou um game da categoria sob o nome Sonic The Fighters (Sonic Championship). No entanto, não fez sucesso.

Sonic Battle, do Gameboy Advanced, veio com a difícil missão de “reciclar” a idéia anterior e inovar em um grande jogo. Acredite ou não, eles conseguiram! O game é totalmente diferente do seu antecessor. Aqui foi feita uma mistura de RPG com jogo de luta, sendo que você tem a oportunidade de personalizar o seu próprio lutador.


Prepare for Battle!


O jogador tem a sua disposição 5 opções de jogo: Story Mode (falo desse mais adiante); Battle Mode, onde você joga uma batalha simples de acordo com as suas regras; Challenge Mode, no qual você joga uma série de batalhas em seqüência; Training, para conhecer os golpes dos personagens e se habituar com a jogabilidade; Minigame, que possui joguinhos, como, por exemplo, o clássico de Windows: Campo Minado.

É claro que o grande barato é o Story Mode. Nele você vai jogando com cada um dos principais personagens da série Sonic, a começar pelo próprio, chegando a controlar inclusive vilões, como Shadow e Rouge. A sua importância começa a partir do momento em que o desenvolvimento nele determina a liberação de mais minigames e de personagens a serem usados no Battle Mode e no Challenge Mode.

É no modo Story que o jogador personaliza o seu lutador. Logo no início do jogo, Sonic encontra Emerl, um robô que tem a habilidade de aprender golpes e estilos de outros lutadores. À medida que Emerl participa das batalhas, ganha “chips” de quem estiver envolvido na luta, que nada mais são do que golpes a serem computadorizados pelo robô. Já o tipo de golpe é aleatório, portanto, você deverá contar também com a sorte para conseguir bons golpes para o seu robô. Como nem tudo é uma maravilha, este é o primeiro ponto negativo que posso apontar: você pode ficar tempos e tempos sem conseguir o chip que quer e ganhar vários repetidos, portanto, será preciso muitas batalhas e muita paciência por parte do jogador.

O modo Challenge é outra questão que poderia ter sido bem melhor aproveitada. Você não ganha absolutamente NADA vencendo ele. A idéia aqui é puramente bater records. Talvez o “Virtual Traning”, que é liberado após o término do jogo e tem a estrutura do Challenge, tenha vindo justamente para compensar essa falta. Ele é bem mais complicado, mas o jogador é recompensado com chip no final.

Por outro lado, a jogabilidade é boa, embora seja difícil de aprender no início. Uma das dificuldades (positivas) trazidas ao jogador é o fato de cada personagem ter golpes e características próprias. Nem mesmo Sonic e Shadow, que em muitos jogos só trocam de pele, são iguais aqui. A cada personagem que controlar, você terá que se adaptar a um novo estilo de luta e decidir onde cada golpe especial fica melhor alocado. Além de evitar que o game fique cansativo, proporciona ao jogador uma imensa variedade de opções para montar o seu lutador.


Um pouco da história


Pelo fato do game misturar certos elementos de RPG, houve uma preocupação em fazer uma história bem elaborada. Tudo gira em torno do robô achado por Sonic: Emerl. Logo Sonic e seus amigos descobrem que ele possui a habilidade de copiar os movimentos dos outros e que fica mais forte ao obter uma Esmeralda do Caos, assim, Sonic vai em busca delas para ajudar Emerl e, ao mesmo tempo, acabar com os planos do Dr. Robotnick. Por conta disso, o estranho robô acaba sendo objeto de desejo de outros personagens do jogo também, que o usam para interesses próprios. Desta forma, você vai jogando o modo Story com o personagem que estiver na posse do robô, pois o enredo é cheio de reviravoltas nesse sentido, contando também com cenas divertidas e alguns mistérios, como o dito “Jornal do Professor Gerald” (Prof. Gerald’s Journal). Ele esclarece alguns pontos deixados em branco pelo jogo, como a origem de Emerl e de Shadow, contudo, ele é liberado para leitura somente se o jogo for zerado duas vezes.
Como podemos ver, não há como não gostar da história. Ela é tão legal que uma parte do anime Sonic X é sobre ela.


Gráficos na medida certa


O
jogo foi feito em 3D, mas seus gráficos não são poligonais como o seu antecessor, eles são bem parecidos com os da série Sonic Advanced. Isso acabou sendo muito bom, pois um exagero nesse quesito poderia acarretar uma queda do rendimento e tornar o jogo pesado, tendo em vista que o game permite até 4 lutadores simultaneamente na tela.

Visualmente, o jogo parece um desenho, lembrando, em muitos momentos, o anime Sonic X (principalmente na mudança da feição dos personagens). Até mesmo na tela inicial podemos ver pela construção das letras que essa técnica foi observada. Isso deixou o jogo mais atraente e deve agradar a grande maioria dos jogadores. O mapa é a minha única reclamação, a parte de Holy Summit não parece ter qualquer textura, acredito que poderia ter sido melhor detalhado.


Sobre os sons


Os sons, de modo geral, são muito bons. Tem som em tudo que você possa imaginar e de forma diversa, basta ir ao options e conferir que são quase 200 sons diferentes. Um ponto legal é que o jogo conta com vozes também. Elas ocorrem logo antes de começar a luta (como uma espécie de provocação do personagem) e durante a maioria dos diálogos. É verdade que não há muita variedade e nem sempre elas se encaixam bem nas conversas, mas era para ser desse jeito mesmo, segundo o que parece ter sido a opção dos produtores e a capacidade do console. As vozes não necessariamente reproduzem o que o personagem está falando (isso aparece por escrito), e sim a sua reação. Já a música poderia ser um pouco melhor. Isso não significa que seja ruim, só não está à altura dos outros títulos da série. Algumas músicas são boas, outras nem tanto. Ao menos as dos cenários de batalha poderiam ser melhores e mais empolgantes.


Conclusão


Po
rtanto, seja você fã ou não da série Sonic, vale a pena uma conferida nesse título. Mesmo depois de terminado o jogo, você ainda poderá ficar um bom tempo jogando, a fim de conseguir todos os golpes e destrancar segredos. Sem contar que o game é totalmente prol multiplayer, assim, você pode se divertir com até 3 amigos jogando um dos minigames ou uma batalha acirrada. Não tenho dúvidas de que Sonic Battle é um dos jogos mais bem feitos para Gameboy Advanced.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

Day of Defeat Brasil League - DBL

Começa nesta terça-feira a Day of Defeat Brasil League, um campeonato brasileiro de DoD: Source. Em resumo, a liga é formada mais ou menos como no futebol. São duas divisões distintas e independentes: Elite (1ª) e Livre (2ª). Os dois últimos da Elite são rebaixados para a Livre, enquanto os dois primeiros da Livre são promovidos à Elite, na próxima edição.

O histórico das Ligas brasileiras de DoD:S (esta será a quarta) não é nada animador, sempre deu algum problema. Particularmente, não gosto dessa forma de disputa e de certas regras colocadas, mas vamos aguardar o seu desenvolvimento para analisarmos melhor. Boa sorte aos players e admins da DBL!

Saiba mais em: http://www.dodbrasileague.com.br/