sábado, 27 de fevereiro de 2010

[zerado] Mega Man: Power Battle (Arcade)

Fiquei em off por causa do feriado e por motivo de doença na semana seguinte, mas agora estou de volta para falar deste jogo. Mega Man é sinônimo de jogo de aventura misturado com shooter, certo? Errado. Nesta versão para arcade, o robô azul encara seu arqui-inimigo Willy novamente, mas de uma forma diferente de sua série tradicional no Nintendo, Super Nintendo e outros consoles. Aqui o jogo é de luta, como um Street Fighter. Pegue um game de aventura qualquer do Mega Man, delete o mapa e vá direto para o chefão, Mega Man: Power Battle é assim.


Aqui você enfrenta os chefões conhecidos da série, e apenas eles. Você pode escolher entre Protoman, Bass ou o próprio Mega Man, é claro. À princípio, o jogo é uma luta 1x1, mas há suporte multiplayer que permite que outro jogador se junte à sua causa e combata o inimigo em conjunto com você, fica bem legal. O sistema de adquirir a arma do robô derrotado também está presente, cabe a você descobrir qual é mais eficiente contra cada um deles.

Não é difícil terminar o jogo. O difícil é terminar sem pegar continue, pois você joga uma espécie de survival, ou seja, seu life não enche até o máximo após o término da batalha, você é curado apenas um pouco. Depois de tudo, você enfrenta Willy e, em seguida, assiste ao final. O jogo possui ainda uma continuação com a mesma sistemática, mas aí já é assunto para outro dia :D

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

[zerado] Juuouki (Nintendo)

Descobri este jogo vendo um especial muito bem feito sobre Altered Beast nos fóruns OuterSpace e Retrobits. É isso mesmo que você leu, Juuouki nada mais é do que um Altered Beast para o Nintendo, acontece que ele só foi lançado no Japão, por isso o nome estranho.


Apesar das versões para Mega Drive, Master System e Arcade serem as mais conhecidas, Juuouki é mais complexo do que qualquer uma delas. O game possui mais fases no seu repertório e mais criaturas bizarras para o seu personagem se transformar, por exemplo, a fase da floresta, na qual você vira um leão, e também a de Atlantis na água, onde você encarna um tubarão. O fato do jogo possuir 8 cenários ao todo o torna a versão mais difícil de Altered Beast, pois você não possui continue infinito e alguns chefões são muito difíceis. A jogabilidade é razoável, mas pode levar um tempo para você se acostumar a fazer o pulo mais alto e a macetear alguns inimigos.

Portanto, se você já cansou de zerar as versões de Altered Beast e procura algo novo, experimente Juuouki. À primeira vista você vai achar tosco, pois graficamente ele é inferior até do que o Master System, que também possui 8-bits, mas recomendo que dê uma chance ao jogo.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

[zerado] Sonic Unleashed (celular)

Como sabemos, Sonic Unleashed foi uma tentativa de reerguer o herói através de uma jogabilidade parecida com a dos clássicos para Mega Drive, que até hoje são considerados os melhores da série. No entanto, a versão para os consoles next-gen intercalou uma espécie de beat em' up 3D com a aventura em 2D que conhecemos. O problema, segundo os críticos, foi que a parte em 3D é bem maior do que a 2D, que é a parte legal do jogo.


Sonic Unleashed para celular é um pouco diferente. O jogo é todo na jogabilidade 2D, seja como o chamado "werehog", seja como Sonic normal. A distinção está na forma como são jogados. Nas fases de dia, você é o Sonic que conhecemos. A jogabilidade é rápida, há loopings e turbos, lembra um pouco o Sonic Rush para Nintendo DS (LINK). À noite você muda de forma para uma espécie de lobisomem, que é bem mais lento e não possui turbo, você passa de fase na base da pancada, usando combos e um especial que aniquila quem estiver por perto.


A vantagem do game é que o formato plataforma não foi deixado de lado. Jogar como werehog não é só violência gratuita, você deve passar por obstáculos do cenário também. Por outro lado, a velocidade característica dos jogos do Sonic ficou em segundo plano nesses mapas da noite. No final das contas, o jogo fica no meio termo. Vai te divertir durante algum tempo, mas você pode se cansar pela repetitividade do game. Acho que vale a compra se você for fã do Sonic, caso contrário, talvez seja melhor deixar passar essa.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Versão americana x Versão japonesa

Mais uma matéria que postei em um fórum e estou trazendo para o blog. Garanto que vários de vocês já repararam que nem todos os jogos são iguais na versão japonesa e na versão americana, que é a que recebemos por aqui. A questão é que em alguns a diferença é MUITO grande.

Lendo um review de um jogo de Master System que adoro, Enduro Racer (conhecido no Brasil como Super Cross), descobri que a versão japonesa possui nada menos que 5 fases novas. Como o jogo possui 10 ao todo, significa dizer que simplesmente METADE dele é novo. Isso sem contar as diferenças gráficas.

Eu poderia ficar o dia todo colocando jogos em que esse fenômeno acontece, mas vou me limitar apenas a 4 para exemplificar. Confira.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Review: Sonic Drift 2 (Game Gear)


Embora o Sonic R para Saturn seja mais conhecido, Sonic Drift foi o pioneiro no estilo corrida com o porco-espinho e é melhor, pelo menos na minha opinião. A sua continuação é quase igual à primeira, havendo apenas algumas poucas melhoras, como mais personagens, pistas e a possibilidade de usar os itens quando quiser. Veremos a seguir como é o jogo.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Revista Game Senior n°4


Enquanto a Old!Gamer não chega às bancas (estava prevista para janeiro, mas agora a informação é que só em fevereiro), os retrogamers podem saborear a leitura da Game Senior, que já está na sua quarta edição. Trata-se de uma revista online gratuita em formato pdf que fala dos jogos antigos e comenta possíveis relações com os lançamentos.

Desta vez os destaques ficam por conta dos 15 anos do Playstation e do clássico Final Fantasy VI de Super Nintendo, considerado um dos melhores RPGs de todos os tempos. Na seção dos novos games, há um artigo sobre a série Ninja Gaiden, desde o primeiro até os feitos em 3D. Há também uma matéria curiosa sobre Donkey Kong e sua saga nos games. A revista conta ainda com os retro-reviews usuais, como Sunset Riders (Arcade), Bobby is Going Home, (Atari), Super Monaco GP (Mega Drive) e o bem conceituado California Games (Master System).

Você pode fazer o download da Game Senior em um dos links abaixo:

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Review: Dingoo A320


Quem me conhece ou acompanha o blog há mais tempo sabe que eu estou atrás de um portátil desde o ano passado, de preferência que rodasse roms de consoles antigos, até fiz um artigo sobre eles aqui (LINK). Enfim, o Dingoo A320 foi ficando cada vez mais tentador. Conferi reviews, videoreviews, então tomei uma decisão: comprei. Resolvi porque não quero ele só para jogar, quero aproveitar as suas outras funções também. Conheça melhor o aparelho após os meus testes.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

[zerado] The Simpsons - Bart's Nightmare (Mega Drive)



Joguei Bart's Nightmare há anos atrás no meu Mega Drive, resolvi dar uma checada nele novamente, pois eu sempre o considerei o melhor da série "The Simpsons" para os consoles. Trata-se de um jogo de aventura bem variado e você vai entender porquê sabendo a história: Bart se deu mal na escola e precisa dar duro em um trabalho, que, é claro, ele deixou para fazer na véspera da entrega (saudades do colégio, hehe). Acontece que o guri pegou no sono e começou a sonhar coisas bizarras, é aí que você entra.
Bart sonha que está nas ruas do bairro atrás das folhas de seu trabalho. Achando uma folha, você adentra em um dos sonhos (ou pesadelos) do moleque. Você pode ser "Bartman", pode entrar no seu desenho favorito (Comichão e Coçadinha), bancar o "Indiana Bart", virar "Bartzilla" e destruir a cidade ou entrar na sua corrente sanguínea e acabar com os vírus. A maior parte da diversão está nesses sonhos estranhos de Bart, as ruas é que são o problema, pois são enjoativas e repetitivas. O pior é que quanto mais você avança no game, mais difícil fica encontrar as tais folhas, daí  o jogo não receber notas tão boas nos reviews especializados, embora muitos retro-gamers o considerem muito bom.


Ao final de Bart's Nightmare, seja com todas as folhas ou parte, você recebe a nota do seu trabalho e ela fica exposta para a sua família olhar. Ironicamente, nessa última vez que joguei recebi a pior nota que já tirei terminando o jogo, que foi um B. Acho que a maior que tive foi um A+. Fica aí a sugestão.



quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

[zerado] Alien vs Predator (Arcade)


Voltando à minha fase beat 'em up, terminei Alien vs Predator, para Arcade. Acho que só vi este jogo uma vez em fliperama, não era muito comum. Isso não significa que não seja bom, muito pelo contrário, ele é ótimo. Você tem a sua disposição 4 personagens, sendo 2 humanos (1 deles meio ciborgue) e 2 predadores. Em seguida, é matança de alien do início ao fim. O jogo não poupa esforços para mostrar a brutalidade do negócio, há decapitações, aliens agonizando até a morte e gosmas nojentas na tela.


O game se destaca também pelo repertório de ataques. Além das várias armas disponíveis para você no decorrer das fases (granadas, metralhadoras, etc), o seu próprio lutador possui ataques variados. Como alguns só podem ser usados com um certo limite, é preciso sabedoria na sua utilização, pois a quantidade de inimigos na tela é muito grande, mesmo quando se está jogando sozinho. Pelo menos o personagem é resistente e não vai morrer em alguns poucos golpes, então há tempo para ir se acostumando.

Portanto, não deixe de dar uma conferida neste grande jogo, seja do lado dos humanos, seja do lado estranho dos predadores.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

[zerado] Taz-Mania (Mega Drive)

Primeiro jogo zerado em 2010! Não foi a primeira vez, já tinha terminado há muito tempo quando aluguei. Taz-Mania é essencialmente um jogo de plataforma. A parte "adventure" do game é bem fácil, porque você é muito veloz e praticamente invencível enquanto está rodopiando, e pode fazer isso infinitamente, ao contrário da versão para Master System, onde Taz cansa em algum tempo.



No geral, o jogo varia entre trechos fáceis e difíceis. Você vai chorar no cenário das Minas, por exemplo, pois é bem apelativo. Não só na primeira parte, onde você controla um carrinho e morre em qualquer erro seu, como também na segunda parte, onde você precisa andar pela Mina e pular às vezes sem ter o destino no seu campo de visualização.

Fora essas coisas, Taz-Mania é um bom jogo, embora curto. O fato dos gráficos lembrarem o desenho da TV que passava há anos atrás animam ainda mais quem gosta do demônio da Tasmânia.