quarta-feira, 2 de março de 2011

[zerado] Yu Yu Hakusho - Tournament Tactics (Gameboy Advanced)


Yu Yu Hakusho é um anime que fez muito sucesso há alguns anos atrás quando a Manchete (atual Rede TV) passava os seus episódios. Na história, o personagem principal, Yusuke Urameshi, é um detetive espiritual que tem o dever de proteger o mundo das ameaças dos monstros que vêm do Mundo das Trevas. Para isso, ele recebe o treinamento da Mestra Genkai e a ajuda de pessoas que encontra no caminho, como Kazuma Kuwabara, Hiei e Kurama.

O jogo se passa em um trecho da primeira temporada, que é quando Yusuke vai participar do Torneio das Trevas. Apesar da semelhança, o game não é fiel à história do anime, inovando em alguns momentos, não só para proporcionar mais batalhas a você, mas também para lhe fornecer mais opções de lutadores. À medida que vai avançando, você aumenta o level dos seus lutadores e desbloqueia golpes e personagens, cada um com características diferentes. Alguns são mais resistentes e fortes, outros são mais ágeis (andam mais longe) e tem os que só possuem ataque à curta distância.


Como o próprio nome diz, o jogo é tático, o foco está nas batalhas e na estratégia que você vai utilizar para fechar o combate, e não tanto no enredo. Às vezes não basta só vencer todos os oponentes, você precisa chegar em algum lugar do mapa antes que o tempo acabe ou matar apenas um inimigo específico. Cada golpe que você escolhe possui um campo de incidência, uma força e uma iniciativa, que vai definir quando o seu personagem poderá atacar novamente, além disso, há itens que recuperam life e energia espiritual. Enfim, é um clássico RPG tático como outros que existem, mas com o tema Yu Yu Hakusho.


No final das contas, você vai ter muito divertimento, principalmente se gosta do anime. A única parte chata é que, para entrar na zona secreta, você precisa que TODOS os personagens tenham atingido o nível máximo, e isso leva um tempo. Uma dica: se quiser ganhar pontos de experiência rapidamente, preste atenção nos cenários em que você só precisa matar um inimigo.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

[zerado] Enduro (Atari 2600)



É difícil conhecer algum retro-gamer que nunca tenha jogado Enduro, mas considero a lembrança obrigatória. Ele foi um dos primeiros jogos que ganhei de Atari. Você controla um carro em uma corrida que passa por diversos climas: dia, tarde, noite, neblina e neve. Dependendo de onde estiver, a jogabilidade pode mudar. À noite, você enxerga menos os carros; na neblina, menos ainda; já na neve, a dificuldade é desviar dos outros corredores, pois a direção fica mais travada.



Enduro é daqueles jogos viciantes que você pode ficar o dia todo jogando, até porque não há como ser derrotado aqui. Ao bater em outros carros, você simplesmente perde velocidade, não há um desastre ou algo do tipo. "Mas como se termina Enduro?". Bom, eu considerei que é quando você zera o número de carros que precisa ultrapassar. O jogo continua em seguida com o mesmo objetivo. Contudo, não se deixe enganar pela simplicidade do game, requer reflexo e muita atenção para aumentar a velocidade sem bater. E então? Tá esperando o quê para testar sua rapidez no joystick? :D

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

[zerado] Mario Tennis (Gameboy)


Adoro jogos de tênis. Joguei muitos durante a minha vida gamer, como Tennis Master Series, Roland Garros, até chegar aos revolucionários Virtua Tennis e Top Spin, que hoje são considerados os melhores por quase unanimidade. No entanto, para os retrogamers, os bons jogos de tênis começaram muito antes dessas duas franquias despontarem.

Lançado em 2000, Mario Tennis para Gameboy poderia tranquilamente figurar em uma lista dos melhores jogos já elaborados. Inovou o gênero misturando elementos de RPG com esporte, como sistema de level, conversas com NPCs, troca de equipamentos, uma história e um cenário todo para explorar. Apesar do tema "Mario", você não é o encanador bigodudo, aqui você escarna um garoto comum que entra em uma academia de tênis e almeja vencer o campeonato. Para isso, precisa subir de nível dentro da instituição até chegar no grupo que participa das competições. Mario aqui é quase um coadjuvante, aparecendo apenas no final do jogo.


Com uma jogabilidade simples e praticamente perfeita, o game é viciante. À medida que você sobe de level, escolhe o que quer melhorar no seu personagem (força, efeito, velocidade ou controle). Para terminar o game por completo, é preciso jogar simples e duplas, o que é recomendável, pois se ganha muitos pontos de experiência nas partidas oficiais. O ponto negativo fica por conta da dificuldade, já que o jogo é bastante fácil.


Embora existam outros Mario Tennis, muitos consideram o de Gameboy o melhor, inclusive gerou outro do estilo para Gameboy Advanced que também faz muito sucesso. Portanto, não perca essa oportunidade e confira, ainda que você não seja tão fã de tênis.

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Bomba: Ongame encerra Kart N' Crazy


Já leu isso em algum lugar? Se é leitor do blog desde o início, certamente sim. Kart N' Crazy começou na Europa e era administrado pela GOA. No entanto, após quase não ter jogadores, a empresa decidiu encerrar suas atividades. Aos brasileiros fãs do game veio uma boa notícia pouco tempo depois: a empresa Ongame iria assumí-lo por aqui, ou seja, além do jogo continuar na ativa, você teria servidores brasileiros, e não mais sofreria com o lag de jogar no estrangeiro.

A notícia triste veio esta semana após mais de 1 ano em que ele se encontrava online: a Ongame, assim como a GOA, também vai fechar seus servidores de Kart N' Crazy. Os fatores determinantes são a falta de atualizações da desenvolvedora do jogo (Windysoft) e dados não favoráveis para que ele fosse mantido nos servidores da Ongame (veja o anúncio completo), o que dá a entender que o lucro era baixo ou nulo.

Kart N' Crazy foi um típico jogo de combat-racing. Com um estilo parecido com Mario Kart, conquistou fãs com seus cenários e itens criativos, bem como uma jogabilidade muito boa. Em um tempo que jogos assim, especialmente online, são raros, fará falta aos usuários. Eu sequer conheço outro game nessa linha. A quem curtia, restará partir para outro estilo de corrida, tipo o TrackMania Nations Forever, comprar um console ou tentar a sorte fora do Brasil, talvez com o Crazy Kart (LINK).

Ironicamente, eu tinha voltado a jogá-lo este mês, hehe. A data prevista para o fechamento é 09/04/2011. A empresa continuará administrando os seus outros jogos, como Point Blank (FPS) e Hero Online (MMORPG).

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Demon Attack (Atari 2600)


Atari, enfim, faz sua estréia neste blog. Hoje em dia, vemos games bastante complexos, com vários botões, comandos e diversas formas de interagir com o seu personagem. O Atari é uma prova de que é preciso muito menos que isso para uma diversão eletrônica ser boa. Simplicidade foi a palavra chave em muitos jogos do console que fizeram sucesso e são conhecidos até hoje, como Enduro, River Raid e Keystone Kapers. Em Demon Attack não foi diferente.











Trata-se de um shooter vertical: basta atirar nas naves que aparecerem para passar de fase. Assim como outros jogos, ele parece não possuir um fim, a dificuldade simplesmente vai aumentando até você sucumbir perante os inimigos, que ficam mais velozes e chegam a se subdividir nas fases mais avançadas. Modesto e sem grandes pretensões, ele é muito divertido. Perfeito para você esperar aquela consulta no médico ou passar o tempo em algum intervalo curto. O único problema é aparentemente existir um bug nos tiros, pois às vezes eles atravessam as naves sem destruí-las. Contudo, um jogo que possui média de 7,6 na Gamefaqs vale pelo menos uma olhada.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

[zerado] Crusader of Centy (Mega Drive)


Já estava com saudade de jogar RPG. Peguei uns jogos e fiz a minha escolha: Crusader of Centy. O jogo é completamente diferente do que eu imaginava. Trata-se de um RPG aventura, ou seja, nada de turnos, encontros aleatórios ou mesmo "levels", aqui você controla cada passo do seu personagem e age ativamente com ele desferindo golpes de espada ao estilo Zelda e até pulando, algo incomum nesse estilo.



Falando nisso, o pulo é um diferencial do game, pois leva você para um gênero plataforma em certas ocasiões. Outra distinção são os animais que o ajudam na aventura. Não, não é uma cópia de Pokemon, esqueça Pokemon, a utilidade deles aqui é totalmente diferente. Eles podem te ajudar a correr, adicionam magia à sua espada, te ajudam a atravessar o mar, permitem controlar a espada, explodem, recuperam seu life, enfim, as funções são as mais variadas.












Por fim, há vários dos chamados "puzzle" no game, muitos deles obrigatórios, onde você deve usar raciocínio lógico para passar, seja movendo a posição das pedras ou calculando o local exato que a sua espada deva ser arremessada. Embora isso sejam comum em RPGs, aqui eles beiram um jogo de sorte e adivinhação, pois nem sempre há indicação do que você deve fazer. Por conta disso, pelo fato do game ser curto e pelo enredo mediano, ele fica no meio termo, talvez um jogo nota 6,0. Não emplaca, mas também não vai te deixar na mão.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Quiz: Qual tipo de jogador você é?

Conhece esses quiz que revelam que personagem de Sonic você seria? Ou que personagem de Dragon Ball Z é mais a sua cara? Ou que exército tem mais relação com você? A maioria das pessoas já respondeu ou pelo menos viu algum desses por aí. Sendo assim, a International Hobo, uma conceituada agência de consultoria e pesquisa em design e narrativa de games, elaborou um quiz que diz que tipo de jogador você é. Você responde perguntas sobre a sua relação com os jogos e o que gosta de fazer neles. Ao final você recebe a conclusão.

Vale dizer que esse quiz não é amador, ele é baseado em pesquisas, estudos e livros de games, neurociência, psicologia e sociologia. Se você está curioso para saber que tipo você é, responda o questionário:


Infelizmente ele é em inglês, mas tenho visto algumas pessoas respondendo usando o tradutor do Google. O meu resultado foi esse e até que correspondeu ao meu tipo, hehe:

Your BrainHex Class is Socialiser.
Your BrainHex Sub-Class is Socialiser-Survivor.
You like hanging around with people you trust and helping people as well as pulse-pounding risks and escaping from hideous and scary threats.
Each BrainHex Class also has an Exception, which describes what you dislike about playing games. Your Exceptions are:
» No Wonder: You dislike being asked to search for things, preferring clearly defined tasks.
Your scores for each of the classes in this test were as follows:
Socialiser: 19
Survivor: 15
Conqueror: 14
Daredevil: 9
Mastermind: 6
Achiever: 4
Seeker: 1

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

[zerado] Tiny Toon Adventures: Buster's Hidden Treasure (Mega Drive)


Tiny Toon Adventures: Buster's Hidden Treasure é do gênero plataforma 2D, onde você passa as fases coletando cenouras e matando os inimigos pulando em cima. Juntando 50 cenouras, você ganha um especial que detona todos os inimigos da tela. O jogo lembra muito as aventuras tradicionais do Sonic em vários momentos, principalmente pelo seu personagem, Perninha, ser bastante rápido. No entanto, a galera que não gosta de vasculhar por itens vai se realizar aqui, pois não há esmeraldas do caos ou qualquer outro objeto que deva ser achado para terminar o jogo.


Além do game possuir os praticamente extintos passwords, para você retornar de onde parou, ele conta ainda com um sistema de poder voltar às fases já fechadas. Isso vem a calhar, pois, quando você morre, perde os corações achados, que talvez seja o único item realmente importante do jogo. Como nas primeiras fases é fácil de encontrar, vale a pena voltar e pegá-los novamente. Aliás, ele tem a forma de um sino; o que tem a forma de coração apenas vai recuperar o life.



Conforme você já pôde perceber, o game é simples. Para chegar ao fim, basta passar pelo mapa vencendo os inimigos que aparecem no caminho. No final de cada cenário, haverá um chefão a ser batido, normalmente um personagem do Tiny Toon controlado por um cientista louco, mas você enfrentará Valentino também, já que, na história, vocês disputam um baú de tesouro que encontraram por acaso. Os gráficos, no melhor estilo cartoon, são bons, o som não faz feio, a dificuldade é moderada e a diversão garantida.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

[zerado] Fantasy Zone II: The Tears of Opa-Opa (Master System)


Fantasy Zone 2 é conhecido pela maioria dos possuidores de Master System. Você é uma navezinha de aparência simpática que se move com asas. Os mundos e seus inimigos também possuem uma aparência um tanto estranha, especialmente nas primeiras fases. No entanto, não se deixe iludir pelo clima infantil do game, ele pode tranquilamente figurar numa lista dos jogos mais difíceis já produzidos.

Embora seja um shooter horizontal, os mundos não possuem um final. Você vai sobrevoando a fase matando os inimigos e mudando de área entrando numa espécie de portal, ou seja, cada mundo possui mais de um cenário diferente, mas que mudam apenas os gráficos, pois os inimigos são os mesmos. Para passar de fase, você precisa destruir todos os inimigos "fixos", que são tipo mini-bases, soltam inimigos menores e são mais resistentes, você logo vai perceber de qual eu to falando. Em seguida, ache o portal vermelho e enfrente o chefão.



A tarefa não é nada fácil. Você possui poucas vidas, uma resistência mínima, upgrades caros (sendo alguns temporários), uma câmera que não consegue te acompanhar bem e inimigos na tela que aparecem de repente por onde você menos espera. Até pegar o jeito das coisas, a tela Game Over já apareceu para você algumas vezes. Apesar de tudo isso, o game diverte no início, por isso eu recomendo que experimente, mas sem a preocupação de ter que chegar até o fim.